Igreja Presbiteriana de Cidade Ademar

Estudo Bíblico

02
abr

CALVINISMO

Aprouve a Deus em seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem, o Profeta, Sacerdote e Rei, […]

16
jun

O Senhor nos convida a conhecê-lo melhor. Que privilégio! Se a alegria celestial consiste em estar na presença do Senhor, sem qualquer pecado a obstruir-nos, certamente buscar a presença dEle agora tem de ser aquilo que mais ansiamos.

Você sente necessidade de orar? Uma pessoa que não tem essa necessidade não pode estar vivendo pela fé. Deixar de orar é o mesmo que dizer: “Sou suficiente em mim mesmo para fazer tudo o que as pessoas me pedem”.  Isto é realmente verdadeiro? Por meio de sua persistente autossuficiência, você não ofende a Deus? A Bíblia afirma: “Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11.6).

As seguintes sugestões tem o propósito de ajudá-lo a gastar um tempo mais longo na oração e na meditação com Deus.

  1. Aproxime-se em Nome de Cristo. Somente porque Cristo viveu de maneira perfeita, morreu parra a satisfação do Pai e ressuscitou vitoriosamente por nós, temos o privilégio de nos achegarmos a presença de Deus. Devido ao fato de que o Pai aceita o Filho, o Pai nos aceita nEle. Deus, o Pai, nos tornou aceitáveis em Cristo. Não diga simplesmente  em palavras, mas realmente creia em Cristo como seu mediador. Expresse em alguns detalhes a sua dependência da dignidade de Cristo e da sua obra vicária em nosso favor.
  2. Deleite-se nEle e expresse-lhe os seus anseios. Louve a Deus por causa das atividades em sua vida. Por seu caráter, amor, poder, santidade, graça, bondade, sabedoria, etc. Conte para Deus o que você deseja mais do que todas as outras coisas. Expresse seus mais profundos anseios por comunhão dom Ele e por santidade de vida ou qualquer outro anseio que houver em seu coração. Esse não é um tempo para orar a respeito de todas as coisas que você necessita, e sim de tornar conhecidos os seus mais profundos e permanentes desejos.
  3. Leia um Salmo, Louve com cânticos. Interceda pelos outros. Talvez você deseje ler um Salmo por dia. Para louvar, utilize um hinário, recorde cânticos ou hinos de memória. Componha seu próprio hino a partir das Escrituras. Lembre-se daqueles que lhe pediram sua oração em favor deles; dos líderes de sua igreja, dos missionários que você conhece, das autoridades do país, dos que ainda não são salvos, de seus amigos, daqueles que estão com problemas e aflições, etc.,  (1 Samuel 12.23).
  4. Coloque seu dia diante do Senhor. Lembre-se que ao citar cronologicamente cada possível acontecimento de seu dia, você está aprendendo a confiar em Deus quanto aos detalhes de sua vida (Pv 3.5-6).
  5. Medite na Palavra de Deus e expresse a Ele sua gratidão. Meditar significa ponderar, refletir, contemplar, pensar demoradamente a Palavra de Deus. Leia pelos menos um capítulo das Escrituras. Procure os versículos-chaves e medite sobre eles, pedindo a Deus que lhe mostre o que significam. Peça ao Senhor que lhe dê uma maneira humilde de compartilhar essas verdades com outras pessoas. Leia para obedecer. Por fim, ainda que haja dificuldades em sua vida, o Senhor tem sido bondoso para você. Expresse-lhe sua apreciação por atos de bondade que Ele tem feito à luz daquilo que você realmente mereceria (Hb 13.15).

Jim Elliff

16
jun

Segundo a Palavra de Deus, a masculinidade é uma realidade funcional, demonstrada no cumprimento, por parte do homem, de responsabilidade e liderança. Vejamos algumas marcas da masculinidade bíblica.

  1. Maturidade espiritual suficiente para liderar uma esposa e filhos.

Essa maturidade espiritual demanda tempo para ser desenvolvida, bem como é um dom do Espírito Santo agindo na alma do crente que se propõe a viver uma vida cristã de compromisso com Cristo.  Não tem a ver com um poder ditatorial, e sim uma liderança e influência espiritual, firme e confiável, capaz de liderar sua esposa e filhos de um modo que honre a Deus.

  1. Maturidade pessoal suficiente para ser um marido e pai responsável.

Na Bíblia, um homem é chamado a cumprir seu papel de marido e pai. A menos que ele tenha o dom de celibato para o serviço do evangelho, o rapaz cristão deve almejar o casamento e a paternidade. Os rapazes cristãos devem aspirar ser aquele tipo de homem com o qual uma moça cristã se casaria alegremente, a quem os filhos obedeceriam, confiariam e respeitariam.

  1. Maturidade física e  econômica suficiente para trabalhar e proteger a família.

A adolescência prolongada caracteriza grande segmento da população de rapazes em nossos dias. Um homem verdadeiro sabe como ganhar, administrar e respeitar o dinheiro. Sabe também usar sua força física e intelectual para trabalhar, proteger a esposa e os filhos e cumprir as tarefas que Deus lhe designou. Um rapaz tem de ser ensinado a canalizar seu desenvolvimento e porte físico a um compromisso pessoal de responsabilidade, reconhecendo que o vigor adulto tem de ser combinado com a responsabilidade de adulto e a verdadeira maturidade.

  1. Maturidade sexual suficiente para casar e cumprir os propósitos de Deus.

O verdadeiro homem cristão pratica a integridade sexual, evitando pornografia, fornicação e todas as formas de promiscuidade e corrupção sexual. Ele entende o perigo da lascívia, mas se regozija com a capacidade sexual e poder reprodutivo que Deus lhe deu, comprometendo-se com uma moça, ganhando o seu amor, confiança e admiração — e, eventualmente, sua mão em casamento. A sexualidade masculina divorciada do contexto e da integridade do casamento é uma realidade explosiva e perigosa. O rapaz precisa entender, enquanto atravessa a puberdade e o despertamento da sexualidade, que ele é responsável para com Deus pela administração deste importante dom.

  1. Maturidade moral e ética para viver com retidão e decidir responsavelmente.

À medida que um rapaz se desenvolve até à masculinidade precisa aspirar a retidão, pensar e agir como cristão.  A verdadeira educação moral começa com um entendimento claro dos padrões morais e deve mover-se a um nível de raciocínio moral mais elevado, pelo qual um rapaz aprende como os princípios bíblicos são transformados em viver piedoso e como os desafios morais de seus dias devem ser confrontados com as verdades reveladas na infalível e inerrante Palavra de Deus.

  1. Maturidade ética suficiente para tomar decisões responsáveis.

Ser um homem implica tomar decisões. Um das tarefas mais fundamentais da liderança é decidir. O estado de indecisão de muitos homens contemporâneos é a evidência de uma masculinidade atrofiada. É claro que um homem não se precipita a tomar uma decisão sem refletir, considerar e ter cuidado, mas ele se expõe a um risco, ao tomar uma decisão — e ao torná-la permanente. Isso exige uma responsabilidade moral que se estenda à tomada de decisões éticas e maduras, que glorifiquem a Deus, sejam fiéis à Palavra de Deus e estejam abertas ao escrutínio moral. Um verdadeiro homem sabe como tomar uma decisão e viver com suas consequências bem como corrigir as decisões nas quais se equivocou.

Albert Mohler Jr.

16
jun

A publicação da Saf em Revista desse último trimestre traz um artigo de Lucy Marly de Souza sobre a importância da música na educação dos filhos. Destaco alguns pontos que considero importante para a reflexão dos pais da IPCA e daqueles que se dedicam ao ministério musical e infantil em nossa igreja.

A música faz parte do nosso ser. Infelizmente, porém, a maioria deixa de ter acesso à boa música nos primeiros anos de vida, o que seria fundamental para seu desenvolvimento musical. Muitos estudos sobre a inteligência humana defendem que a música é um elemento importante para a aprendizagem, de uma forma geral, de matemática, literatura e ciências. Toda criança pode estudar música. Muitos pais não se preocupam em encaminhar seus filhos para o estudo formal de música, talvez porque ninguém há na família que seja músico. Contudo, o constante estímulo musical facilitará o desenvolvimento da criança, o que pode ser buscado por pais dispostos. No estudo de qualquer instrumento musical os filhos aprenderão o valor da disciplina e da persistência.

Cuidado com os cânticos infantis. O cuidado com o que se ouve e canta é muito importante, pois nos dias de hoje a mídia oferece uma série de opções, sem qualquer filtro, seja de qualidade musical adequada à voz da criança, ou qualidade moral e, principalmente para nós cristãos, doutrinária. Essas mensagens nada edificantes estão nos lábios das crianças, sem qualquer contribuição para seu crescimento intelectual, emocional e espiritual. Cabe aos pais analisar com sabedoria os conteúdos das letras e objetivos dos cânticos sendo muito criteriosos exigentes, pois nosso Deus é zeloso e não admite doutrinas falsas, principalmente as que poderão fazer um pequenino tropeçar.

Coro infantil – prática saudável para nossas crianças. O coro infantil é um importante meio de louvar a Deus em grupo. Ele trabalha a sensibilidade da criança, tanto afetiva quanto musical, assim como desenvolve a capacidade de concentração, raciocínio lógico e a memória.  Permite à criança trabalhar em grupo e desenvolver hábitos comportamentais saudáveis. Hábitos estes que hoje estão em falta na sociedade (que “permite tudo”) tais como ordem, disciplina, organização e respeito pelo próximo. Os coros infantis, dentro de nossas igrejas podem e devem cultivar o perfeito louvor das crianças, porém os regentes precisam ser muito criteriosos e cautelosos em relação ao que ensinar.

A música deve funcionar como recurso didático. Ela prepara o coração para os momentos de oração, de agradecimento, de missões, da fixação da lição bíblica e outras atividades. A música é um importante recurso na aprendizagem geral da criança, bem como para a sua formação espiritual. Convém que a criança entenda o que está cantando. O conteúdo dos cânticos é fundamental, pois ficará gravado em sua mente e em seu coração por toda a vida.

Todo o ser que respira LOUVE AO SENHOR, Aleluia!

Rev. Abidias F. Teixeira

16
jun

O mundo do Novo Testamento era similar ao nosso na forma como via a servidão. O serviço aos outros não era admirado pelos gregos. Pelo contrário, eles admiravam primariamente o desenvolvimento do caráter e personalidade, sempre com um olho na manutenção do respeito próprio. O serviço diaconal aos outros era visto como o que descreveríamos pelo termo pejorativo de “servil”.

Embora tal serviço fosse desprezado no mundo grego, Jesus o considerou muito diferentemente. Em João 12.26 Jesus disse: “Se alguém me serve (diakoneo), siga-me, e, onde eu estou, ali estará também o meu servo (diakonos). E se alguém me servir (diakoneo), o Pai o honrará.”  Também em Mateus 20.26 Jesus disse: “quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva (diakonos).”

De fato, Jesus apresentou a si mesmo  como um tipo de diácono (Mt. 20.28). Os cristãos são apresentados como sendo diáconos de Cristo ou de seu Evangelho. Os apóstolos eram descritos assim e era assim que Paulo se referia a si mesmo e àqueles que trabalhavam com ele. Paulo chama Timóteo de um diácono de Cristo (1 Tm 4.6), e Pedro diz que os profetas do Antigo Testamento eram diáconos para nós cristãos ( 1 Pd 1.12). Até os anjos são chamado de diáconos (Hb 1.14).

Deveríamos ser cuidadosos em manter uma distinção entre o ministério dos diáconos e o ministério dos presbíteros. Num sentido, tanto presbíteros quanto diáconos estão envolvidos na “diaconia”, mas esse serviço toma duas formas bem diferente.

É em Atos 6 que encontramos a passagem crucial onde a diaconia é dividida entre a diaconia tradicional (servir à mesa, serviço físico), e o tipo de diaconia da Palavra à qual os apóstolos (e mais tarde, os presbíteros) foram chamados. Os diáconos descritos em Atos 6 são muito parecidos com os cooperadores da igreja, pelo menos no sentido administrativo. Eles tinham que cuidar das necessidades físicas da igreja.  Assim sendo, estabelecer na igreja um grupo com esse ministério particular é importante porque uma falha em fazê-lo pode resultar numa confusão entre os dois tipos de diaconias  – a da Palavra (presbíteros) e a das mesas (diáconos).

As igrejas não deveriam negligenciar nem a pregação da Palavra, nem o cuidado prático pelos membros que ajudam a encorajar a unidade e cuidam dos nossos deveres de amar uns aos outros. Esses dois aspectos da vida e ministério da igreja são importantes.

Para assegurar que tenhamos os dois tipos de “diaconia”  em vigor, as Igrejas Presbiterianas  fazem uma distinção entre o ministério dos diáconos e o ministério dos presbíteros. Compete aos presbíteros servir no exercício do governo, da disciplina, zelar pelos interesses da igreja e  de toda a comunidade. Compete aos diáconos servir na arrecadação de ofertas para fins piedosos; no cuidado dos pobres, doentes e inválidos; na manutenção da ordem e reverência nos lugares reservados ao serviço divino e, finalmente, exercer a fiscalização para que haja boa ordem na Casa de Deus e suas dependências.

Rev. Abidias F. Teixeira

16
jun

“Você não tem que gastar grandes somas de dinheiro para ter uma vida familiar de primeira qualidade.” Esta frase do Dr. James Dobson – um dos mais conhecidos psicólogos e conselheiros familiares cristãos – pode parecer algo muito óbvio para ser dito. Mas, na prática do cotidiano de nossas vidas, os bens materiais e as preocupações com eles acabam ocupando grande parte dela, tomando muito tempo nosso. Para termos uma visão saudável desse assunto, de forma que as coisas realmente de grande valor sejam priorizadas, faz-se necessário ouvirmos algumas instruções divinas. Para muito além de riquezas como dinheiro e outras posses materiais, a família cristã tem bastante importância, que se manifesta numa série de valores.

O valor da convivência – “Não é bom que o homem esteja só…!” (Gênesis 2.18). Há muitos lugares em que nos sentimos bem, sendo bem recebidos. Ainda assim, nenhum deles pode ser comparado ao aconchego de nosso lar, seja simples ou requintado. Deus estabeleceu a família precisamente para suprir a necessidade de companhia e, especialmente, de complemento que o ser humano criado apresentava. Ainda hoje, não é bom estar só, o que faz da convivência uma das formas de realização de nossos potenciais e dos fins de nossa criação por Deus.

O valor daqueles que o Senhor colocou ao nosso lado. “Herança do SENHOR são os filhos e o fruto do ventre é o seu galardão” (Salmo 127.3). Os filhos são uma dádiva muito especial de Deus para nós! Ao mesmo tempo, assim, os pais são os herdeiros do Pai, com a sublime missão de cuidar daqueles que lhes foram confiados. Numa e noutra condição, sentimos as maravilhas da paternidade e da filiação; não nos surpreendamos, pois, ao constatarmos que é este o mesmo formato adotado por nosso Criador e Senhor ao concretizar seus planos em nós: é nosso Pai e somos seus filhos! (João 1.12)

O valor como Agência do Reino (de Deus). Dimensão não muito lembrada, cada lar cristão deve ser um lugar em que os salvos por Cristo estão reunidos pelos vínculos de sangue, mas principalmente de fé. Uma família firme em sua crença e atuante em boas obras, conforme a vontade do Senhor, pode se mostrar uma vívida expressão da obra redentora. Mais que uma “igrejinha”, é uma parte viva e saudável do Corpo glorioso de Cristo. Ao saírem dessa casa, os

seus membros levam consigo a vida abundante recebida de Jesus Cristo. Quem chega a tal casa nela encontra um lugar de vida em comum que tem como base o amor divino, realidade expressa no modo de viver e mostrar a presença de Deus ali.

Por fim, a família tem valor como cumprimento do propósito de Deus para a sociedade e ao mundo. Quando o Senhor chamou Abrão e deu-lhe uma tarefa a cumprir, disse-lhe: “Sê tua uma bênção!” (Gênesis 12.3). Essa ordem era para aquele patriarca, mas também para a sua família imediata, o que se materializou nos tempos adiante. Quando hoje nos referimos ao Senhor Eterno, dizemos Deus de Abraão, Isaque e Jacó, como a Palavra nos educa (Êxodo 3.6; Mateus 22.32). Cada família cristã pode se reconhecer como portadora de uma missão a ser realizada na sociedade e no mundo, como sal e luz. Isto responsabiliza cada membro e a família como um grupo.

Que o Senhor abra os nossos olhos e corações para que, como família, os valores que norteiam nossa existência sejam voltados à gloria de Deus!

Rev. Robson do Boa Morte Garcez

23
maio

Você não tem que gastar grandes somas de dinheiro para ter uma vida familiar de primeira qualidade.” Esta frase do Dr. James Dobson – um dos mais conhecidos psicólogos e conselheiros familiares cristãos – pode parecer algo muito óbvio para ser dito. Mas, na prática do cotidiano de nossas vidas, os bens materiais e as preocupações com eles acabam ocupando grande parte dela, tomando muito tempo nosso. Para termos uma visão saudável desse assunto, de forma que as coisas realmente de grande valor sejam priorizadas, faz-se necessário ouvirmos algumas instruções divinas.  Para muito além de riquezas como dinheiro e outras posses materiais, a família cristã tem bastante importância, que se manifesta numa série de valores.

O valor da convivência – “Não é bom que o homem esteja só…!” (Gênesis 2.18). Há muitos lugares em que nos sentimos bem, sendo bem recebidos. Ainda assim, nenhum deles pode ser comparado ao aconchego de nosso lar, seja simples ou requintado. Deus estabeleceu a família precisamente para suprir a necessidade de companhia e, especialmente, de complemento que o ser humano criado apresentava. Ainda hoje, não é bom estar só, o que faz da convivência uma das formas de realização de nossos potenciais e dos fins de nossa criação por Deus.

O valor daqueles que o Senhor colocou ao nosso lado. “Herança do SENHOR são os filhos e o fruto do ventre é o seu galardão” (Salmo 127.3).  Os filhos são uma dádiva muito especial de Deus para nós!  Ao mesmo tempo, assim, os pais são os herdeiros do Pai, com a sublime missão de cuidar daqueles que lhes foram confiados. Numa e noutra condição, sentimos as maravilhas da paternidade e da filiação; não nos surpreendamos, pois, ao constatarmos que é este o mesmo formato adotado por nosso Criador e Senhor ao concretizar seus planos em nós: é nosso Pai e somos seus filhos! (João 1.12)

O valor como Agência do Reino (de Deus). Dimensão não muito lembrada, cada lar cristão deve ser um lugar em que os salvos por Cristo estão reunidos pelos vínculos de sangue, mas principalmente de fé. Uma família firme em sua crença e atuante em boas obras, conforme a vontade do Senhor, pode se mostrar uma vívida expressão da obra redentora. Mais que uma “igrejinha”, é uma parte viva e saudável do Corpo glorioso de Cristo. Ao saírem dessa casa, os seus membros levam consigo a vida abundante recebida de Jesus Cristo. Quem chega a tal casa nela encontra um lugar de vida em comum que tem como base o amor divino, realidade expressa no modo de viver e mostrar a presença de Deus ali.

Por fim, a família tem valor como cumprimento do propósito de Deus para a sociedade e ao mundo. Quando o Senhor chamou Abrão e deu-lhe uma tarefa a cumprir, disse-lhe: “Sê tua uma bênção!” (Gênesis 12.3). Essa ordem era para aquele patriarca, mas também para a sua família imediata, o que se materializou nos tempos adiante. Quando hoje nos referimos ao Senhor Eterno, dizemos Deus de Abraão, Isaque e Jacó, como a Palavra nos educa (Êxodo 3.6; Mateus 22.32).  Cada família cristã pode se reconhecer como portadora de uma missão a ser realizada na sociedade e no mundo, como sal e luz. Isto responsabiliza cada membro e a família como um grupo.

Que o Senhor abra os nossos olhos e corações para que, como família, os valores que norteiam nossa existência sejam voltados à gloria de Deus!

Rev. Robson do Boa Morte Garcez

23
maio

A palavra grega diáconos (ministro, servo, servente) e suas cognatas diakoneo (ministrar) e diakonia (ministério) são mencionadas quase cem vezes no Novo Testamento. Em grande parte dessas ocorrências, não está em foco o “ofício” do diaconato, conforme a estrutura de governo adotada pela Igreja Presbiteriana do Brasil.

Não, não estamos fora da Bíblia ou agindo por conta própria. Na maioria das ocorrências dessas palavras a ênfase está colocada na vocação ou no chamado que é comum a todos os que creem em Jesus Cristo: ministrar, servir, socorrer “diaconalmente” os nossos irmãos em Cristo. Basicamente, “diáconos” é um “servo”. O serviço doméstico de Marta em Lucas 10.40 e o serviço prestado pela sogra de Pedro a Jesus em Marcos 1.31 é chamado “diakonia

Numa única passagem, Paulo descreve Epafras como “diácono” de Cristo, e a si mesmo como “diácono” do Evangelho e da Igreja (Cl 1.7,23,25). Outros irmãos exerceram certa diakonia para com Paulo (At 19.22; Fm 13), onde o contexto mostra que eram cooperadores de Paulo na obra evangelística.

Nessa luz é que devemos entender a insistência de Cristo de que viera a fim de servir. “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10.45). Esta afirmação nos remete ao momento de sua última Ceia com seus discípulos, quando afirmou, “…o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve” (Luc 22.26ss), num contexto em que fala de servir mesas – missão específica de um diácono. Jesus, o nosso Senhor é, portanto, o Diácono por excelência, aquele que serve a mesa ao Seu povo. E, conforme essas passagens ensinam, a ação diaconal deve ser uma característica da igreja inteira.

Em outras passagens bíblicas, por outro lado, encontramos a palavra diakonos referindo-se a uma categoria específica de servidores da igreja. Paulo, enviando sua saudação à igreja de Filipos, escreve: “Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e DIÁCONOS que vivem em Filipos(Fp 1.1). Duas funções muito necessárias, porém distintas no trabalho que realizavam, são mencionadas como já existindo no governo da igreja primitiva. Aqueles que se dedicavam ao governo espiritual e pastoreio da igreja – os bispos (anciãos ou presbíteros) e aqueles que se dedicavam ao serviço do culto e assistência aos necessitados – os diáconos.

Embora as referências bíblicas sobre o tema contenham, de forma geral,  um princípio que deve inspirar indistintamente a todos nós, elas também fazem referência a uma vocação específica, a um dom específico, dado pelo Espírito Santo de Deus a alguns irmãos em nosso meio, em cujo coração brota um amor espontâneo e serviçal  pela Casa de Deus, pela ordem e reverência no culto, pelas carências e necessidade dos que vivem entre nós.

Visitando uma irmã de 82 anos nesta semana, que vive sozinha em um lugar muito modesto, sem qualquer parente próximo, impedida pelas enfermidades de vir à igreja com maior frequência (disse isso com lágrimas nos olhos), soube que um diácono de nossa igreja e sua esposa prestam inúmeras assistências a ela.  Nesse momento, em meu coração, agradeci a Deus pela vocação diaconal e em como esse  “ofício” continua sendo necessário e atual em nossos dias. Ser diácono não é “segurar uma batata quente” ou “entrar numa fria”; também não deve ser ambicionado como mero título ou adorno espiritual. De igual forma, não deve ser almejado por irmãos ainda  inexperientes, que sentem que precisam crescer mais na graça e no conhecimento de Cristo. Vemos primeiro a vocação de Deus na pessoa – no seu zelo e dedicação a Deus, Sua igreja, ao próximo, depois o indicamos como alguém que Deus poderá capacitar para esse ofício tão nobre no corpo de Cristo: servir aos irmãos e dar suporte aos que ministram.

Rev. Abidias F. Teixeira

04
maio

Como podemos definir a consagração? Consagração é o avanço da propriedade de Deus sobre o crente. Todo crente deve estar preocupado com a sua consagração – que ela tenha um crescimento. Quando há interrupção da consagração, também não há crescimento espiritual. Sendo assim, nossa preocupação deve ser que a propriedade de Deus sobre nós aumente dia após dia.

A pergunta que devemos fazer sempre é esta: Em que o Senhor é fraco em sua propriedade sobre nós? Essa é uma resposta que o Crente deve buscar por toda a vida.

O crente deve pedir ao Espírito Santo que o ilumine na compreensão daquilo que em sua vida Deus ainda não está dominando.

O Senhor tem exercido sua propriedade sobre nós mais fortemente e ilimitadamente, principalmente quando estamos enfrentando problemas?

A propriedade de Deus sobre nós tem uma proporção satisfatória?

As situações de resistência têm que ser vencidas e combatidas dentro de nós. Devemos programar uma vida de consagração, de oração, e pedir a Deus que nos ilumine naquilo em que estamos resistindo, falhando, impedindo a posse mais absoluta e total do Espírito Santo sobre nós. Somos propriedade dele e não devemos perder a consciência disso. É da presença do Espírito Santo que parte todo o movimento íntimo de nosso coração para que cresçamos espiritualmente.

Não deixe surgir impedimentos para isso. O alvo é o de chegarmos a medida da estatura da plenitude de Cristo, conforme nos ensinou o Apóstolo Paulo em Efésios 4.13. Esta é a vida cristã verdadeira, de crescimento espiritual, de maior identificação com Cristo. Cristo é o limite!

As palavras acima ouvi de um servo do Senhor e calaram profundamente em meu coração. Ele concluiu afirmando: Quero que o Senhor seja proprietário sobre mim o quanto possível. Sempre cresci buscando esta propriedade do Senhor sobre mim.

Examinando as Escrituras Sagradas veremos que o ensino sobre a consagração permeia suas páginas. Exemplo disto encontramos em Romanos 12.1,2 – “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, {que é} o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual {seja} a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Rev. Abidias Freiria Teixeira

22
jan

“Falavam ainda estas coisas quando Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: Paz seja convosco!.”(Luc.24.36)

Não existe “vantagem geográfica” em parte alguma do mundo. Nenhum de nós será um melhor cristão por viver em Jerusalém ou, estará espiritualmente em desvantagem por morar em algum lugar longe da Judéia ou da Galiléia. Jesus Cristo está exatamente no centro da geografia. Todo lugar está tão perto dele como qualquer outro! E todo lugar igualmente está tão distante dele como qualquer outro. A geografia não tem nada a ver com o nosso relacionamento com o nosso Salvador e Senhor.

Grandes importâncias em dinheiro têm sido gastas por pregadores que acharam que viriam a pregar melhor se visitassem a Terra Santa… Depois de retornarem, eles apenas tiveram algumas histórias a mais para contar. Na verdade, moralmente eles não melhoraram em nada…Vamos crer nisso: Jesus é o centro, e a geografia está toda ao redor dele!

Jesus é também o centro do tempo. Há pessoas que ainda hoje dizem: “Eu gostaria de ter vivido no tempo de Jesus.” Por quê? Havia hipócritas, fariseus e opositores no tempo de Cristo. Havia descrentes e assassinos. Essas pessoas não encontrariam nada melhor dois mil anos atrás. Os que olham para trás com saudade, sobre o que consideram terem sido velhos bons tempos, precisam ser libertos dessa miopia.!

Considere, também, que Jesus Cristo é o centro da raça humana. Ele não favorece uma raça em relação às demais. Jesus Cristo é o Filho do Homem. Ele não é o Filho da raça judaica, tão somente. Ele é o Filho de todas as raças, não importando qual a cor da pele ou a língua que a pessoa fale. Quando ele se encarnou na carne mortal, não foi simplesmente no corpo de um judeu, mas num corpo que era da raça humana.

Em qualquer lugar do mundo, se houver fé e disposição para seguir a Jesus, as pessoas serão trazidas por ele à sua comunhão. Todas essas pessoas estão na circunferência – igualmente distantes, igualmente perto dele.

Cristo é também o centro de todos os níveis culturais. Está tão perto de um iletrado como de um erudito. Pregue a Cristo e demonstre amor de Deus ao povo mais primitivo e negligenciado do mundo. Seja paciente até que o Espírito Santo lhes dê entendimento. O coração deles despertará. O Espírito iluminará a mente deles e serão transformados.

Se é assim, por que é que todo o mundo não se chega até Jesus? Por causa de uma inescusável teimosia. Por causa da descrença. Por estarem preocupados com outras coisas. Porque realmente não creem que necessitam dele.

Jesus está no centro – tão perto de você como de qualquer outra pessoa. Ele deseja abençoá-lo com a paz que Ele tem. E a coisa mais importante com respeito a você e Jesus é que você pode alcançá-lo daí de onde você está!

A.W.Tozer

 

 

  • Agenda Semanal

    Domingo:
    Reunião de Oração: 09h00
    Escola Dominical: 09h30
    Culto Vespertino: 19h00

    Terça-Feira:
    Reunião de Oração: 09h00

    Quarta-Feira:
    Estudo Bíblico: 20h00

    Sexta-Feira:
    Culto nos Lares: 20h00

  • Endereço

    Rua Itapecerica da Serra, 138/152
    Cidade Ademar - São Paulo/SP
    CEP: 04404-060
    Horário da Secretaria:
    das 10h00 às 19h00, de segunda a sexta-feira
    CNPJ: 46.159.398/0001-04

  • Certificado de Fidelidade IPB

    Certificado de Fidelidade - IPB
  • Contato

    E-mail da Secretaria: ipb.cidadeademar@gmail.com

    Telefones: (11) 5562-6193 / 5562-5243

    Pastor Titular: Rev. Nelson dos Santos Ferreira
    E-mail do Pastor: rev.nelsonferreira@gmail.com
    Telefone: (11) 95657-5890