Igreja Presbiteriana de Cidade Ademar

Monthly Archive: maio 2017

23
maio

Você não tem que gastar grandes somas de dinheiro para ter uma vida familiar de primeira qualidade.” Esta frase do Dr. James Dobson – um dos mais conhecidos psicólogos e conselheiros familiares cristãos – pode parecer algo muito óbvio para ser dito. Mas, na prática do cotidiano de nossas vidas, os bens materiais e as preocupações com eles acabam ocupando grande parte dela, tomando muito tempo nosso. Para termos uma visão saudável desse assunto, de forma que as coisas realmente de grande valor sejam priorizadas, faz-se necessário ouvirmos algumas instruções divinas.  Para muito além de riquezas como dinheiro e outras posses materiais, a família cristã tem bastante importância, que se manifesta numa série de valores.

O valor da convivência – “Não é bom que o homem esteja só…!” (Gênesis 2.18). Há muitos lugares em que nos sentimos bem, sendo bem recebidos. Ainda assim, nenhum deles pode ser comparado ao aconchego de nosso lar, seja simples ou requintado. Deus estabeleceu a família precisamente para suprir a necessidade de companhia e, especialmente, de complemento que o ser humano criado apresentava. Ainda hoje, não é bom estar só, o que faz da convivência uma das formas de realização de nossos potenciais e dos fins de nossa criação por Deus.

O valor daqueles que o Senhor colocou ao nosso lado. “Herança do SENHOR são os filhos e o fruto do ventre é o seu galardão” (Salmo 127.3).  Os filhos são uma dádiva muito especial de Deus para nós!  Ao mesmo tempo, assim, os pais são os herdeiros do Pai, com a sublime missão de cuidar daqueles que lhes foram confiados. Numa e noutra condição, sentimos as maravilhas da paternidade e da filiação; não nos surpreendamos, pois, ao constatarmos que é este o mesmo formato adotado por nosso Criador e Senhor ao concretizar seus planos em nós: é nosso Pai e somos seus filhos! (João 1.12)

O valor como Agência do Reino (de Deus). Dimensão não muito lembrada, cada lar cristão deve ser um lugar em que os salvos por Cristo estão reunidos pelos vínculos de sangue, mas principalmente de fé. Uma família firme em sua crença e atuante em boas obras, conforme a vontade do Senhor, pode se mostrar uma vívida expressão da obra redentora. Mais que uma “igrejinha”, é uma parte viva e saudável do Corpo glorioso de Cristo. Ao saírem dessa casa, os seus membros levam consigo a vida abundante recebida de Jesus Cristo. Quem chega a tal casa nela encontra um lugar de vida em comum que tem como base o amor divino, realidade expressa no modo de viver e mostrar a presença de Deus ali.

Por fim, a família tem valor como cumprimento do propósito de Deus para a sociedade e ao mundo. Quando o Senhor chamou Abrão e deu-lhe uma tarefa a cumprir, disse-lhe: “Sê tua uma bênção!” (Gênesis 12.3). Essa ordem era para aquele patriarca, mas também para a sua família imediata, o que se materializou nos tempos adiante. Quando hoje nos referimos ao Senhor Eterno, dizemos Deus de Abraão, Isaque e Jacó, como a Palavra nos educa (Êxodo 3.6; Mateus 22.32).  Cada família cristã pode se reconhecer como portadora de uma missão a ser realizada na sociedade e no mundo, como sal e luz. Isto responsabiliza cada membro e a família como um grupo.

Que o Senhor abra os nossos olhos e corações para que, como família, os valores que norteiam nossa existência sejam voltados à gloria de Deus!

Rev. Robson do Boa Morte Garcez

23
maio

A palavra grega diáconos (ministro, servo, servente) e suas cognatas diakoneo (ministrar) e diakonia (ministério) são mencionadas quase cem vezes no Novo Testamento. Em grande parte dessas ocorrências, não está em foco o “ofício” do diaconato, conforme a estrutura de governo adotada pela Igreja Presbiteriana do Brasil.

Não, não estamos fora da Bíblia ou agindo por conta própria. Na maioria das ocorrências dessas palavras a ênfase está colocada na vocação ou no chamado que é comum a todos os que creem em Jesus Cristo: ministrar, servir, socorrer “diaconalmente” os nossos irmãos em Cristo. Basicamente, “diáconos” é um “servo”. O serviço doméstico de Marta em Lucas 10.40 e o serviço prestado pela sogra de Pedro a Jesus em Marcos 1.31 é chamado “diakonia

Numa única passagem, Paulo descreve Epafras como “diácono” de Cristo, e a si mesmo como “diácono” do Evangelho e da Igreja (Cl 1.7,23,25). Outros irmãos exerceram certa diakonia para com Paulo (At 19.22; Fm 13), onde o contexto mostra que eram cooperadores de Paulo na obra evangelística.

Nessa luz é que devemos entender a insistência de Cristo de que viera a fim de servir. “Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10.45). Esta afirmação nos remete ao momento de sua última Ceia com seus discípulos, quando afirmou, “…o maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve” (Luc 22.26ss), num contexto em que fala de servir mesas – missão específica de um diácono. Jesus, o nosso Senhor é, portanto, o Diácono por excelência, aquele que serve a mesa ao Seu povo. E, conforme essas passagens ensinam, a ação diaconal deve ser uma característica da igreja inteira.

Em outras passagens bíblicas, por outro lado, encontramos a palavra diakonos referindo-se a uma categoria específica de servidores da igreja. Paulo, enviando sua saudação à igreja de Filipos, escreve: “Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e DIÁCONOS que vivem em Filipos(Fp 1.1). Duas funções muito necessárias, porém distintas no trabalho que realizavam, são mencionadas como já existindo no governo da igreja primitiva. Aqueles que se dedicavam ao governo espiritual e pastoreio da igreja – os bispos (anciãos ou presbíteros) e aqueles que se dedicavam ao serviço do culto e assistência aos necessitados – os diáconos.

Embora as referências bíblicas sobre o tema contenham, de forma geral,  um princípio que deve inspirar indistintamente a todos nós, elas também fazem referência a uma vocação específica, a um dom específico, dado pelo Espírito Santo de Deus a alguns irmãos em nosso meio, em cujo coração brota um amor espontâneo e serviçal  pela Casa de Deus, pela ordem e reverência no culto, pelas carências e necessidade dos que vivem entre nós.

Visitando uma irmã de 82 anos nesta semana, que vive sozinha em um lugar muito modesto, sem qualquer parente próximo, impedida pelas enfermidades de vir à igreja com maior frequência (disse isso com lágrimas nos olhos), soube que um diácono de nossa igreja e sua esposa prestam inúmeras assistências a ela.  Nesse momento, em meu coração, agradeci a Deus pela vocação diaconal e em como esse  “ofício” continua sendo necessário e atual em nossos dias. Ser diácono não é “segurar uma batata quente” ou “entrar numa fria”; também não deve ser ambicionado como mero título ou adorno espiritual. De igual forma, não deve ser almejado por irmãos ainda  inexperientes, que sentem que precisam crescer mais na graça e no conhecimento de Cristo. Vemos primeiro a vocação de Deus na pessoa – no seu zelo e dedicação a Deus, Sua igreja, ao próximo, depois o indicamos como alguém que Deus poderá capacitar para esse ofício tão nobre no corpo de Cristo: servir aos irmãos e dar suporte aos que ministram.

Rev. Abidias F. Teixeira

04
maio

Como podemos definir a consagração? Consagração é o avanço da propriedade de Deus sobre o crente. Todo crente deve estar preocupado com a sua consagração – que ela tenha um crescimento. Quando há interrupção da consagração, também não há crescimento espiritual. Sendo assim, nossa preocupação deve ser que a propriedade de Deus sobre nós aumente dia após dia.

A pergunta que devemos fazer sempre é esta: Em que o Senhor é fraco em sua propriedade sobre nós? Essa é uma resposta que o Crente deve buscar por toda a vida.

O crente deve pedir ao Espírito Santo que o ilumine na compreensão daquilo que em sua vida Deus ainda não está dominando.

O Senhor tem exercido sua propriedade sobre nós mais fortemente e ilimitadamente, principalmente quando estamos enfrentando problemas?

A propriedade de Deus sobre nós tem uma proporção satisfatória?

As situações de resistência têm que ser vencidas e combatidas dentro de nós. Devemos programar uma vida de consagração, de oração, e pedir a Deus que nos ilumine naquilo em que estamos resistindo, falhando, impedindo a posse mais absoluta e total do Espírito Santo sobre nós. Somos propriedade dele e não devemos perder a consciência disso. É da presença do Espírito Santo que parte todo o movimento íntimo de nosso coração para que cresçamos espiritualmente.

Não deixe surgir impedimentos para isso. O alvo é o de chegarmos a medida da estatura da plenitude de Cristo, conforme nos ensinou o Apóstolo Paulo em Efésios 4.13. Esta é a vida cristã verdadeira, de crescimento espiritual, de maior identificação com Cristo. Cristo é o limite!

As palavras acima ouvi de um servo do Senhor e calaram profundamente em meu coração. Ele concluiu afirmando: Quero que o Senhor seja proprietário sobre mim o quanto possível. Sempre cresci buscando esta propriedade do Senhor sobre mim.

Examinando as Escrituras Sagradas veremos que o ensino sobre a consagração permeia suas páginas. Exemplo disto encontramos em Romanos 12.1,2 – “Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, {que é} o vosso culto racional. E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual {seja} a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

Rev. Abidias Freiria Teixeira

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